A Brasil Game Show acabou ontem (12) e além de testarmos vários dos títulos que a feira nos dispunha para jogar, conseguimos duas entrevistas, uma com o David Guillame, produtor do The Crew, e outra com Michael Napora, uma das pessoas mais fantásticas que eu podia imaginar encontrar na feira.

Tivemos uma conversa rápida, sem pauta alguma, o que fez o nosso bate-papo parecer uma conversa de dois caras num bar. Confira a seguir tudo que nós falamos.

A Entrevista

Jogazera – Michael, é um prazer falar com você. Queria dizer que o jogo está incrível. Tive a oportunidade de jogar a demo que vocês trouxeram ano passado e esse ano e a qualidade está ainda maior. Parabéns!

Michael Napora – Muito obrigado! Você não sabe o quanto eu fico feliz por ouvir isso.

Jogazera – Michael, um dos nossos membros perguntou sobre o tamanho do mapa para outro produtor em uma das apresentações aqui no stand da Warner e eu gostaria de confirmar. Para cruzar o mapa de Dying Light demorará 11 horas mesmo?

Michael Napora – Não posso confirmar exatamente o tempo que levará para cruzar o mapa, mas Dying Light consistirá em dois distritos, e cada um desses distritos terão um tamanho maior do que o que tivemos em Dead Island, então você pode esperar por algo grandioso.

Jogazera – Um do principais destaques de Dying Light é seu multiplayer. Como vocês tiveram essa ideia para seu PvP?

Michael Napora – Sim, ele está muito bom! Nós temos ele em mente desde 2012, quando começamos a desenvolver o jogo, e nós quisemos coloca-lo em prática pois nós amamos zumbis. Sempre quisemos ser zumbis! Aquele monstro grande, um caçador, para ir atrás dos humanos… Isso é demais!

Jogazera – Como está sendo trabalhar no projeto e Dying Light?

Michael Napora – Está sendo incrível. Estamos trabalhando no desenvolvimento dele desde 2012, então fazem cerca de 2 anos e meio e cada vez mais eu fico mais empolgado de participar de Dying Light e de seu processo de criação.

Jogazera – Como foi o percurso de quando você começou a trabalhar com games até onde você está hoje em dia?

Michael Napora – Até chegar ao Dying Light? Bem… Foi duro. Muitas horas de trabalho, muitas horas… Muita dedicação, muito amor. Mas valeu a pena, entende? Ver algo que estava na sua cabeça, ou na cabeça de muitas pessoas, começar a tomar vida é lindo, cara. Quando nós vemos o jogo tomar forma, fazem as coisas valerem a pena.

Jogazera – Alguma dica para quem quer começar a trabalhar nesse ramo?

Michael Napora – Conversar. Converse com todo mundo. Com seus amigos, com estranhos. Principalmente caso possa vir para uma feira como essa. É extremamente importante você ter contatos e se não fossem por eles eu sei que não estaria onde estou.

Michael Napora - Fonte: Techtudo

Michael Napora – Fonte: Techtudo

Sobre o game

Dying Light promete se destacar no meio desse monte de jogos de zumbis que invadiram a indústria recentemente. Aprendendo com os erros e acertos de Dead Island, a Techland misturou as fórmulas que unem mundo aberto, zumbis e parkour, sendo esse último o grande diferencial do game. Corra, pule, deslize, alcance lugares mais altos de maneiras incríveis com um sistema de gameplay e navegação ao estilo Mirror’s Edge.

Também temos de volta o sistema de criação de armas, coisa que foi bem elogiada em Dead Island. Jogatina em co-op com os amigos, PvP com o modo “Seja o Zumbi” e um mundo gigante para se explorar é um dos chamativos de Dying Light. Confira todas as notícias do game clicando no link ao lado e vá se preparando para as futuras livestreams e análise que iremos trazer!